A falta de posts por aqui deve-se mais à falta de tempo - e de inspiração para bons textos, de fato - devido a novos projetos, encomendas e alguns acertos burocráticos para a Camomila.
No entanto, a galeria de imagens já está adicionada e espero organizá-la melhor em breve. Deixo por registro um babador encomendado com o aplique de uma santinha. Pedidos como este podem ser feitos pelo e-mail letícia@chadecamomila.com

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Apesar do frenesi que anda em torno do uso de sling aqui no Brasil, ainda tem muita mamãe que não se sente plenamente segura em utilizá-lo, afinal, não faz parte (ainda) da nossa cultura. Mas vale lembrar que o sling é um acessório que acumula muitas vantagens tanto para a mamãe quanto para o bebê.
Na foto abaixo, a mamãe Cláudia carrega num sling a pequenina Laura, de apenas algumas semanas de vida. :)

Bem, comecei a fazer slings há cerca de dois anos porque me encantei com esse jeito tão prático e ao mesmo tempo tão bacana de carregar a criança. Apaixonada que sou por culturas ancestrais, logo os identifiquei com as tipóias usadas por nossas índias. Pois elas sabem o que fazem. O sling facilita os movimentos de quem o usa; expõe o bebê ao ambiente natural dos pais estimulando seu desenvolvimento e ainda conforta o bebê por mantê-lo próximo ao calor humano e ao som dos batimentos cardíacos. Logo, bebês slingados tendem a ser mais tranquilos! Além disso, por manter essa proximidade, tornam-se crianças mais seguras e autoconfiantes.
Há quem acredite que o sling possa prejudicar a coluna do neném ou acha que não seja seguro o suficiente para carregá-lo. Quando bem colocado, o sling não só é super seguro como mais anatômico se comparado aos tradicionais cangurus.
Experimente slingar-se também! Conheça as estampas disponíveis no nosso catálogo.

PS: Agradecimentos especiais à mamãe Cláudia pelo envio da imagem. ;)
E como andei falando de projetos especiais, hoje coloco aqui um desenvolvido recentemente, cujo tema era de ursinho. Eu gostei bastante do resultado, principalmente dessa naninha fofa! Não bastasse a delícia do soninho do bebê, um travesseirinho desses por perto torna tudo ainda mais mágico né? :)
Gostou? Então aproveite e veja mais opções de travesseirinhos como este na loja virtual ou escreva-me contando como quer sua naninha.

Após muitas decisões e uma reorganização de espaço determinante, volto com inspiração e novidades para postar aqui. Hoje, deixo a imagem do babador que fiz para o projeto personalizado do mamute. Aliás, falando nisso, vale lembrar que também crio produtos personalizados para alguns clientes. Quem tiver interesse, pode entrar em contato comigo através do e-mail leticia@chadecamomila.com.
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Ontem (ou hoje?) havia prometido um Lusmore pronto, fotografado sob a luz do dia. Pois aí está o meu corcunda, que do desenho original sofreu algumas alterações e ficou ainda mais natureba.
Para quem não sabe, Lusmore foi inspirado no personagem celta de mesmo nome, um corcunda triste de quem as pessoas fugiam assustadas, tamanha deformidade em suas costas. Mas Lusmore era também um grande artesão, e vivia sentado sob o pé das montanhas aguentando o peso de sua corcunda enquanto trançava lindos chapéus de palha. :)
O original é descrito de forma um pouco diferente, então vale lembrar que está é a minha visão sobre o personagem. Para quem se interessar, aqui tem uma versão do conto em português.
Meu Lusmore está disponível e há mais fotos dele no Flickr.
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Enquato o dia não amanhece e não há luz suficiente para fotografar meu Lusmore pronto, deixo um dos primeiros rascunhos dele feito num cantinho do meu pequenino moleskine. Assim que o fotografar, explico melhor sobre sua lenda e de onde veio a inspiração. Na verdade, o meu corcunda está longe de representar o original, mas desde que li o conto, não me saiu da cabeça a imagem desse boneco.

E é assim que começam meus bonecos. Pequeninos e num cantinho qualquer.
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