Como eu consigo trabalhar nessa bagunça é que não sei. Na verdade, acho que só consigo trabalhar se for nessa bagunça…
Os dias têm-se mostrado corridos, ao passo de que não tenho tempo a perder, não mais. Novos slings, novas ideias, um velho Lusmore a tomar corpo. Dentre as coisas que me inspiram, não só a natureza das flores, mas a dos homens também. Por isso, deixo um vídeo que muito tem me inspirado nas últimas semanas, de uma Joanna Newson da cara de ninfa, enfatizando o nanananana que Dan não se cansa de repetir.
Já foi dito aqui, a natureza me faz bem. Nesse ambiente, copio tudo o que vejo, das formas às cores, dos ruídos ao gosto que acaba por se tornar também o meu gosto.
Há quem me ache tola, quem me desdenhe e torça o nariz para o que eu chamo de sutil. Há quem duvide da minha criação, há quem dê de ombros ao que para mim é tão importante. Infantil, eles dizem. Pois bem. Foi mesmo de criança que cresci aprendendo a soprar com o vento e adotei Zéfiro por família. Acham e digam o que for, não vou desacreditar da força de quem anuncia a primavera.
Meu trabalho se inspira, afinal, na natureza de tudo - na natureza das flores e árvores com suas copas gigantescas, na natureza da maternidade e suas relações, do riso do menino, seus sons, sua bagunça.
Agradeço muito a quem aprecia o meu trabalho, a quem valoriza o artesanato e dá ouvidos e olhos ao que tenho a dizer e mostrar. Fica aqui o post (até então) mais pessoal de todos.
Letícia é apaixonada por design, crafts, ogros, lomografias, fotografias, cores, contos, flores e zebras. Mamãe de um menino-sagui, vive com a cabeça em muitos lugares ao mesmo tempo mas deixa tudo de lado por uma boa macaquice. Adepta do DIY, faz de tudo um pouco e ama (quase) tudo o que faz.
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